Arquivo de janeiro, 2009

Publicado: janeiro 27, 2009 em pq sem dizer nada...se diz mais.

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little joy

Publicado: janeiro 20, 2009 em cotidiano

Acabei de baixar e ouvir o novo cd da banda de Rodrigo Amarante e do baterista do Strokes, de quem não me recordo o nome. Uma impressão estranha, mas boa me deixou esse álbum. Não sou especialista em música, não entendo de música, mas gosto muito de música e de falar sobre isso também. Então, desde já, me perdoem os especialistas ou afins ao tema (Pedro, rs) se por acaso disser alguma bobagem.

Esse álbum me surpreendeu bastante, ao contrário do que aconteceu com o trabalho novo do Marcelo Camelo que me pareceu bem a cara dele, bem o que eu esperava dele. Claro que do Amarante sempre há de se esperar algo mais inusitado, mas realmente me surpreendeu. Ao ouvir as primeiras notas da primeira música e notar que as mesmas são todas em inglês, me senti um pouco frustrada. Queria ouvir as letras do Amarante em seu bom e velho português. Não que eu não as tenha achado todas muito bonitas, excêntricas, e gostosas de ouvir, mas elas tem bem mais o estilo do Strokes do que dos Hermanos. Talvez fosse isso mesmo que todos esperavam, pelo menos aqueles que acompanhavam o lançamento do cd. Mas pra mim, realmente, preferiria se as músicas tivessem o bom e velho português como idioma principal.

Felizmente o cd não é nada ruim. Ao contrário, muito bom. As músicas tem uma similaridade com os anos 50, uma batida suave, e todas são bem leves. Esperava umas mais pesadinhas, mas gostei do resultado final. A minha música preferida até agora é Evaporar, a única em português. Muito linda. Don’t watch me dancing também é uma gracinha, a moça que a canta tem uma voz muito delicada, queria saber quem ela é, mas a preguiça ainda não me permitiu buscar na rede sua identidade. Todas são bem bonitas e tem o Amarante muito bom nos vocais em inglês, nada de imbromation. Enfim, surpreende, para o bem e para o mal.

Little joy, afinal, é um oásis nesse mundo de pops repetitivos. Original, qualidade muito em falta nos dias de seca de boa música. Apesar de não ser Los Hermanos, gostei, rs. Mas quem disse que eles seriam para sempre? 😉

O tempo que eu perdi
Só agora eu sei
Aprender a dar
Foi o que ganhei

E ando ainda atrás
Desse tempo
Teee… empo de não correr,
Nem de me encontrar,
Ah… não se mexer!
Beija-flor no ar

Pubs e bares de Brasília II

Publicado: janeiro 19, 2009 em cotidiano

O mês de janeiro vai ficar devendo novos pubs, devido a problemas com meu cartão de crédito… Ele achou de se passar, então…hehehe =D

Mas, os bares estão em dia, alguns que eu já tinha ido ainda em 2008, outros agora… enfim, vamos a eles! 😉

Armazém do Juca

Fica aqui em Águas Claras mesmo e é a salvação de quem mora por aqui. Uma chopparia não muito original, mas com um ótimo espaço interno, barril de chopp enorme de decoração, e um bom atendimento fazem esse espaço. O lugar é enorme, mas peca por um detalhe primordial: a ausência de música ambiente. Bar que é bar tem que ter música, pelo menos um radinho fazendo zoada, senão fica uma barulheira de conversa, de gente falando alto, que abafa o ambiente. Lembro-me bem do Boteco em Teresina, que tem essa mesma característica, e que afastou muitos clientes por essa razão (eu fui um deles). Enfim, apesar disso, o Juca nos salva aqui em Águas Claras…por enquanto, pois quando eu abrir meu pub aqui, não vai ter párea! Kkk

  • Cardápio: 9,0

Tanto pela variedade, quanto pelo atendimento, Juca se destaca, os garçons faltam sentar na mesa e bater papo, um pra cada mesa, praticamente.

  • Música: 0! Redondo
  • Atendimento: 10

Na porta de entrada, as atendentes dirigem você a uma mesa de sua preferência. E coloca na mesa do lado, pessoas da sua preferência também, hehehe…

  • Espaço temático: 5,0

Pouco original: super barril de chopp perto do bar… nada de diferente.

  • Paquera: 5,0

Apesar da ajuda das atendentes, o lugar não propicia muuito não…

  • Preço: 7,0

A torre de chopp vale a pena, mas não experimente os drinks que o barman oferece na mesa, eles são caríssimos!

Libanus

Esse barzinho é meio point de happy hour da asa sul. Na esquina da 205 (200, não 400, valeu CSI…), é impressionantemente LOTADO. Tive a oportunidade de ir lá duas vezes, numa sexta e numa quarta-feira e em ambos os dias não haviam mesas disponíveis nem pra Juliana Paes, quem dirá pra Julianna aqui. Sem falar que existe uma diferenciação: homens = consumo maior de cerveja = mesas, rápido! Mulheres = conversinha e 2 choppinhos pro resto da noite = nenhum garçom.

A cerveja, no entanto, é nordicamente gelada, as pessoas que freqüentam, muito bonitas, e o quibe uma delícia. Detalhe: ausência total de música ambiente e um barulho infernal das pessoas conversando. Apesar de todos os defeitos, o lugar é point e vive lotado, típico boteco mesmo.

  • Cardápio: 8,0

Bem variadinho e o quibe é ótimo!

  • Música: 0! Redondo
  • Atendimento: depende, você é homem ou mulher?
  • Espaço temático: 3,0

Básico, nada de mais: mesas da Antarctica, de plástico. O nome Libanus só tem razão de ser pelo cardápio, constando alguns quibes, e uma pintura, em uma das paredes perto do banheiro, com motivos das Arábias. Bem breguinha, rs. Mas bomba!

  • Paquera: hum, assim, assim, 7,0
  • Preço: 8,0

Cerveja em conta, quibe em conta.

Na Venda

Outro barzinho bastante badalado aqui do DF, mas que não foi muito legal. Como é muito famoso, vou dar o crédito e ir uma segunda vez lá pra dar notas.

Fui até lá a primeira vez ainda em 2008, e foi justamente nesse dia que descobri que Robert Rios arremessa seus tentáculos por toda parte. À meia-noite nos comunicaram que a cozinha encerraria suas atividades. A 1h da manhã levaram todos os nossos copos de chopp e, como nossa torre não havia se acabado ainda, nos premiaram com copos de PLÁSTICO, para terminá-la… tsctsc… Finalmente, às 2h, depois de quase lavarem com água o chão debaixo da nossa mesa, e de já terem trazido nossa conta, nos convidaram a nos retirar.

E eu que pensava que Robert Rios era autoridade local…

Mas, irei até lá novamente, já dando uma colher de chá pras pessoas que dizem que é um lugar bacana e que minha má experiência foi uma questão de circunstâncias. Veremos.

Green!

Não poderia deixar de citar o famoso Empório de Minas, localizado logo embaixo do meu prédio e carinhosamente apelidado pelo Fredinho de Green!

Primeiro a ser visitado, apresentado pelos meninos, o Green! É de longe o melhor barzinho que já fui, hehe… Lá a atração principal somos nós, costumers, e o atendimento é ótimo, principalmente quando o garçom chama Baiano e no fim da noite já senta na tua mesa, puxa um cigarro e bebe com você. O cardápio não é tão variado, nem é tão barato, considerando que não há cerveja grande, só long neck, alguns drinks e poucos petiscos. O espaço não é temático, mas é confortável, lugar pra você ir tirar o sapato quando chega do trabalho e descer, de chinelo mesmo, pra relaxar do final do dia cansativo. A música também é muito boa, o Baiano sempre traz a seleção de DVDs pra gente escolher, mesmo que o bar esteja cheio e já tenham pedido Vitor e Leo, rs. Perfeito tanto pra animar a noite antes de sair, como pra chorar os cotovelos com a sua música preferida.

A atração mais animada do Green! (e mais esperada pelos meninos) é uma dançarina do ventre, que se apresenta a cada 15 dias. Essa atração já foi motivo de risos e piadas com os meninos por várias vezes… hehehe… abafa!

  • Cardápio: 9,0

O Green! precisava de mais uns petisquinhos, no happy hour tá todo mundo com fome!rs… e alguém já ouviu falar de uma cerveja chamada de Stela Artois? Hehe…no Green! tem…

  • Atendimento: 10! Redondo
  • Música: 10! Mas só quando o Baiano deixa eu escolher o DVD.
  • Espaço temático: 10!

Sem tema nenhum, posso ir até de chinelo… ótimo para dias mulambentos.

  • Paquera: 3,0

O Green! é pra beber mesmo…nunca vi.

  • Preço: 7,0

Obs.: Passei em frente a um boteco na asa sul chamado Piauí! Soube que o nome condiz ao bar: é o único boteco que a gente põe mesmo os cascos de cerveja embaixo da mesa pra contar, igualzinho na minha terra querida! Hehe…

Passarei por lá e postarei pra vocês. 😉

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Fotinha provando a influência do Robert Rios nas terras secas do DF! rsrs

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… adorooo estar errada…

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=D

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…odeio estar certa…
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=\

Pubs e bares de Brasília

Publicado: janeiro 11, 2009 em cotidiano

Seguindo a linha “metas 2009” decidi compartilhar uma das minhas metas para este ano que se inicia. Talvez essa seja uma das minhas metas mais populares e que possivelmente renderá mais histórias para vocês, meus dois fiéis leitores queridos (que andam meio sumidos ultimamente, tsc tsc….rs). Minha primeira meta 2009 é viajar. Vou viajar o máximo que puder, experimentar o máximo que as distâncias podem me oferecer, assim serei de fato uma marinheira de asfalto, post bem discutido por mim, Pedrinho e Júnior, ainda em 2008.

A segunda meta, que pretendo comentar mais vezes aqui, porque, com fé em Deus será mais frequente, é a seguinte: conhecer todos os pubs e bares mais bacaninhas de Brasília. Pretendo, pretensiosamente, com cacófano e tudo, montar um guia do: beba aqui. Hehe… bom, então vamos lá, porque os trabalhos já começaram. 😉

O’riley

Disparado o melhor até agora. Localizado na 409 sul, o pub irlandês é bom pra beber, bom pra conversar, bom pra dançar, enfim, muito bom. Como a maioria dos pubs daqui, tem dois andares, que caracterizam dois ambientes diferenciados, um mais lounge com mesas e cadeiras, e bar próprio, e outro embaixo onde fica a banda, e toda a diversão. Acredito que essa estrutura dos bares é padrão das construções das quadras comerciais da asa sul. Como autêntico pub irlandês seu forte é o chopp, uma caneca de quase 1 litro que custo na base de uns 10 reais. Não me pergunte o preço exato, comecei bebendo ices…hehehe… Mais típico ainda é o som do local: as bandas cover de rock inglês e irlandês, algumas novidades do underground de BSB e no som mecânico o quê, o quê? U2, claro… Não é um bom local pra paquerar, uma vez que a disposição da banda não permite tanto. Enfim, um lugar ótimo, pra ir de dois, de turma, mas não muito bom pra ir de casal…se bem que, dependendo do casal, até rola…rs.

Ø      Cardápio: 9,0 (da beer is great!)

Ø      Música: 10,0

Ø      Atendimento: 8,0 (a cara das moças do caixa é meio esquisita…rs)

Ø      Espaço temático: 10,0  (é bem pub mesmo, com aqueles quadros de publicidade de cerveja de outros países, o bar é uma bancada enooorme, com toodas as bebidas à mostra e bar tenders super simpáticos e ágeis.)

Ø      Paquera: 7,0

Ø      Preço: 7,0 (caro Brasília, mas não tão caro, na média)

UK Brasil Pub

Na 411 sul, esse pub é uma descoberta. A programação é feita para reverenciar o rock em todas as suas nuances: rock, soul, jazz, rock pop rolam nas pickups do lugar. Fui lá última sexta e o som era anos 80, mas nada de Ursinho Blau Blau: o melhor dos 80’s internacional e nacional tocava lá sem parecer aquele som repetitivo da moda anos 80. Esqueci de perguntar o nome da banda, mas eles eram uma performática versão do ABBA, só que com 2 meninas e um menino, vestidos no estilo meio animes japoneses, meio The 80’s style.  O som muito bom e a animação nota 10. O UK tem a mesma estrutura do O’riley (provavelmente um padrão mesmo, aqui no DF tudo é padronizado, medido, metrado…), sendo que a parte superior conta com algumas mesas de sinuca, pra quem gosta…

Apesar da música muito boa, do ambiente descontraído, e de ser um bom lugar pra dançar, o cardápio não é tão legal assim… os preços da entrada e do consumo são suuuper salgados, há de se pensar duas vezes antes de decidir tomar todas lá… prefiro não comentar a pequena fortuna depositada por mim e pela Dani lá esses dias… :\

Uma vantagem é que eles tem um site bem legal que antecipa toda a programação e distribui cortesias quase que diariamente, pra tentar diminuir o rombo nos nossos bolsos…pena que só descobri isso depois, rs.

Enfim, bom de dançar, bom de paquerar, o espaço propicia que as pessoas fiquem mais espalhadas no ambiente, facilitando a interação entre elas, e bom de beber também, mas não muito, hehe.

Nota: pra quem não gosta do estilo rock’n’roll não vá. Pelo menos não nos dias reservados para o estilo, pois o público parece ser cativo, então, dificilmente algum pagodeiro andará por lá.

Ø      Cardápio: 8,0 (não muito variado em termos de bebidas diferentes… Heineken caríííssima!)

Ø      Música: 9,0 (não sou tão fã assim do estilo anos 80, talvez outro dia da semana seja mais legal).

Ø      Espaço temático: 8,0 (nada muito original, o velho e bom bar de bancada, o espaço pra dançar é bom, mas se não houver controle da quantidade de pessoas teremos a Daniella dançando com o magrinho da frente, não forçadamente, mas apertadamente, rs.

Ø      Paquera: 9,0: o espaço favorece. Vide Dani. Hehehehe… 😉

Ø      Preço: 4,0: CARO, muito caro… entrem na comunidade do Orkut e peçam cortesia antes de ir.

Boa semana! 🙂

rolou no UK e foi o q a Dani trilouqueceu, então…Bon Jovi, rs. 😉

ano novo, de novo, rs

Publicado: janeiro 8, 2009 em cotidiano, inícios... u.u

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