Arquivo de junho, 2010

Lenine, Teatro Mágico e… perfeito! Alceu Valença.

Paty e sua boa energia. Desnecessários, porém essenciais: expulsão do Kaká, chope derramado e batatas fritas calóricas.

Saudade e vontade do São João da rua do meu vô.

E uma música pra fechar o final de semana.

Meu coração tá batendo
Como quem diz:
“Não tem jeito!”
Zabumba bumba esquisito
Batendo dentro do peito…

Teu coração tá batendo
Como quem diz:
“Não tem jeito!”
O coração dos aflitos
Pipoca dentro do peito
O coração dos aflitos
Pipoca dentro do peito…

Coração-bôbo
Coração-bola
Coração-balão
Coração-São-João
A gente
Se ilude, dizendo:
“Já não há mais coração!”…

.

.

.

(Só queria que se resolvesse logo… 😦 )

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Três sonhos

Publicado: junho 16, 2010 em cotidiano, O que eu não entendo...

Tive três sonhos. Em momentos diferentes, noites diferentes desde o começo do ano, sonhei com casas. Em abril deste ano tive os dois primeiros sonhos. Na noite de ontem pra hoje, tive o terceiro. No primeiro sonho, eu estava em uma casa grande, porém muito antiga, com um estilo de casa dos anos 50, janelas e portas pintadas de amarelo clarinho, com um vão enorme no meio, como se fosse uma sala bem no centro da casa. No sonho, eu carregava uma prancheta e um senhor de uns 40 e poucos anos me guiava pela casa, mostrando alguns lugares que precisariam de reforma: o chão de madeira levantava em alguns pontos, as paredes precisavam de pintura e, mais urgentemente, eu notava que a casa não tinha segurança. Olhava as portas e ao redor da casa e tinha receio de que alguém pudesse tentar roubar o lugar ou entrar às espreitas. Não estávamos sós. O senhor só me mostrava o lugar, mas ao meu redor havia muitas pessoas, mais de 30 pessoas, que olhavam o lugar, conversavam, e eu tinha a nítida impressão de elas estavam ali pra morar naquele lugar comigo, ou pra dividir aquele local comigo. Só uma das pessoas me era conhecida, e só chegou mais ao final do sonho. Todas as outras eram desconhecidas. O sonho terminava quando me dava conta de que a casa não tinha muros e era cercada por um campo aberto, mas muito escuro, e eu pensava que seria preciso construir um muro. Minha sensação ao acordar foi de estranheza, mas fiquei indiferente, nenhuma sensação acerca do sonho, boa ou ruim.

O segundo sonho foi mais curto. Estávamos eu e outra pessoa, que também estava no primeiro sonho, olhando algumas casas. Meu avô nos mostrava uma casa, antiga também, parecida com uma casa que Alana morou um tempo, enquanto a sua estava em reforma, numa época em que a gente nem se falava direito. Olhávamos pela porta da casa pra um quintal, até percebermos que começava uma inundação do lado de fora. Estranhamente, a água não entrava pela porta aberta, enquanto comentávamos que estranha era aquela inundação e como iríamos sair dali. A conversa era tranquila, como se falássemos do tempo, do trânsito, coisas banais. Acordei e também não tive sensações ruins ou boas quanto ao sonho, apenas estranheza.

O terceiro sonho aconteceu agora. Estava visitando minha amiga Eliziane que havia se mudado pra uma casa numa espécie de bosque ou parque, não sei ao certo. Estávamos, dessa vez, eu, minha mãe, Eliziane e mais algumas pessoas que acho que também visitava o parque. A pessoa que estava comigo nos dois sonhos anteriores não estava mais. Dessa vez, Eliziane mostrava à minha mãe as casas antigas que ficavam no caminho até a sua casa. As casas não eram como as outras, somente velhas e necessitando de reformas. Essas estavam praticamente demolidas: algumas sem janelas, com partes dos telhados caídos, sem portas e vazias. Mas, minha amiga mostrava à minha mãe alguns detalhes das casas, de uma arquitetura que era antes bonita ou diferente, e também contava a história de pessoas que moraram ali um dia. Um passeio histórico, eu diria. Várias casas foram visitadas, eu só as acompanhava, como se já conhecesse tudo aquilo, ou como se não fosse válida a minha participação naquele passeio, era uma conversa delas. Em determinado momento, minha irmã aparece e pede pra nos sentarmos um pouco pra descansar, uma vez que a casa da Eliziane ainda estava longe. Sentamos num parquinho, com umas cadeiras antigas de jardim, brancas, como as da casa do coronel, onde meu pai trabalha, mas já descascadas do tempo. Minha mãe me pede o celular pra ligar pro meu pai e fala sorridente o quanto gostaria que ele estivesse ali, que ele adoraria o passeio.

Nesse momento, acordo. Desse sonho, acordei com uma sensação ruim, receosa, sem saber ao certo o porquê.

Resolvi escrever porque uma amiga do trabalho me disse que seria bom registrar, caso eu esquecesse algum detalhe, ou caso viesse a sonhar com casas de novo.

Gostaria de saber o que todas essas casas significam.

If only I could… I kow that I would…

Publicado: junho 11, 2010 em cotidiano, pq sem dizer nada...se diz mais.

“Não saberei nunca

dizer adeus


Afinal,

só os mortos sabem morrer

Resta ainda tudo,

só nós não podemos ser

Talvez o amor,

neste tempo,

seja ainda cedo

Não é este sossego

que eu queria,

este exílio de tudo,

esta solidão de todos

Agora

não resta de mim

o que seja meu

e quando tento

o magro invento de um sonho

todo o inferno me vem à boca

Nenhuma palavra

alcança o mundo, eu sei

Ainda assim,

escrevo”

(Mia Couto)

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(Texto gentilmente furtado de um comentário do meu lindo amigo Júnior, cuja alma não posso precisar o quanto brilha, ou cegaria eternamente).

Porque eu ainda gosto do dia dos namorados. 😉

Saudade

Publicado: junho 5, 2010 em cotidiano

Tocou na última balada que eu fui e me lembrou meus amigos queridos Wilton e Pedro. A cara deles essa música! Saudade de farrear juntos! 😉