Arquivo de julho, 2010

“Don’t lose any sleep tonight
I’m sure everything will end up alright
You may win or lose
but be yourself is all that you can do”

upside down

Publicado: julho 18, 2010 em english stuff, inícios... u.u

Who’s to say I can’t do everything?
Well I can try, and as I roll along I begin to find
Things aren’t always just what they seem

I want to turn the whole thing upside down
I’ll find the things they say just can’t be found
I’ll share this love I find with everyone
We’ll sing and dance to mother nature’s songs

Who’s to say what’s impossible and can’t be found?
I don’t want this feeling to go away
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Publicado: julho 16, 2010 em sábias sapiências da vida pós moderna


Tirinha do site Um sábado qualquer, by Carlos Ruas.

Virei fã! rsrsrs

Desatando nós…desatando-nos

Publicado: julho 4, 2010 em inícios... u.u

Tem época que a vida da gente dá um nó. Não que sempre não tenham havido entrelaçamentos curiosos ou difíceis, mas que nessas épocas as coisas parecem mais enroladas que o normal. Às vezes as coisas saem do eixo anunciado, ou não entram no caminho que se espera e tudo passa a ficar um pouco mais complicado de entender e prever. Nessas épocas da vida é muito comum sentir medo. Medo de que as coisas que se quer tanto não venham, medo do caminho que se deve traçar pra chegar até lá. Medo de não conseguir dar tudo que se pode pra que as coisas deem certo. Acho que o Kaká entende do que estou falando. Foi muito tempo de preparação pra Copa do Mundo, uma lesão no meio, uma condição que parece irreversível, ou de pequena chance, por mais duro que se lute. Nessas horas é difícil se reorganizar pra levantar novamente. E quando se vislumbra toda aquela árdua passagem a caminhar de novo, mais uma vez, às vezes bate um desânimo. Principalmente quando se sabe todos os buracos a desviar, obstáculos a percorrer… e todos os desafios novos que estão agregados agora.

É nesses momentos, em que já decidimos que iremos percorrer a mesma estrada de novo, das chances de sucesso e fracasso, que todos esperamos por um sinal. Algo que fuja ao nosso controle e possa nos mostrar que, apesar de todas as estatísticas, probabilidades e argumentos lógicos, o final pode ser diferente, pode ser que, finalmente, haja um final feliz. No momento em que nos é exigido mais controle, buscamos algo maior que nós que controle esse momento por nós. E daí, grandes coisas acontecem: uma gravidez iluminando uma relação que parecia perdida, um edital de concurso pra alguém insatisfeito com o trabalho, um término de relação pra quem se sentia sufocado, uma pessoa nova e interessante pra sacudir os dias de solidão… Às vezes para nos sentirmos bem, sob controle da situação, precisamos entregar esse controle nas mãos do acaso, e esperar. E viver.

Boa sorte a todos que recomeçam todos os dias a viver algo novo, de novo.